III – O desespero de Jairo levou-o a prostrar-se aos pés de Jesus.
Há três fatos marcantes em Jairo:
Em
primeiro lugar, Jairo se humilhou diante de Jesus.
Ele se prostrou. Ele reconheceu que estava
diante de alguém maior do que ele, do que os líderes judaicos, do que a própria
sinagoga.
Reconheceu o poder de Jesus. Ele se prostrou e
nada exigiu, mas pediu com humildade.
Ele se curvou e não expôs seus predicados nem
tentou tirar proveito da sua condição social ou posição religiosa.
Na presença de Jesus não há espaço para
vaidades.
John
Henry Burn diz que “não há lugar
na terra mais alto do que aos pés de Jesus. Cair aos pés de Jesus é estar de
pé. Aqueles que caem aos seus pés, um dia estará à sua destra”.
Em
segundo lugar, Jairo clamou com perseverança.
Jairo não apenas suplica para Jesus, mas o faz
com insistência.
Ele persevera na oração. Ele tem uma causa e não
está disposto a desistir dela.
Não reivindica seus direitos, mas clama por
misericórdia.
Não estadia seus méritos, mas se prostra aos pés
do Senhor.
Em
terceiro lugar, Jairo clamou com fé.
Não há nenhuma dúvida no pedido de Jairo.
Ele crê que Jesus tem poder para levantar a sua
filha do leito da morte.
Ele crê firmemente que Jesus tem a solução para
a sua urgente necessidade.
A fé de Jairo germinou no solo do sofrimento,
foi severamente testada, mas também amavelmente encorajada.
“Mesmo
quando não havia nenhuma esperança, sempre procurei dar o melhor de mim”.
Orson Welles
